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Resenha: Coração Envenenado, S. B. Hayes (@BertrandBrasil)




Título: Coração Envenenado
Autor(a): S. B.  Hayes
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 350
Ano: 2014
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Sem os pais desde a infância, Genevieve Paradis tem uma história de vida trágica. Já passou por abrigos infantis e, inclusive, precisou dormir na rua por um tempo. Suas origens aparentam ser indecifráveis, até que, em mais uma de suas idas e vindas, ela se muda para a mesma cidade de Katy Rivers. Quando a intrusa começa a transformar a vida de Katy num inferno, tentando roubar tudo o que lhe pertence, tal comportamento se torna mais do que suspeito, e ela decide, então, investigar o passado dessa misteriosa menina.
Coração Envenenado, diferentemente da maior parte de romances para jovens, apresenta uma estrutura de suspense do mais alto nível. Ao longo da história, S.B. Hayes libera diversas pistas e informações, proporcionando aos leitores a possibilidade de montar o quebra-cabeça e desvendar o complexo caso. Mesmo assim, ela aposta: “só os melhores detetives desvendarão o mistério”.
Ao fim desse livro de amor, amizade e vingança, Katy e os leitores descobrirão que nada poderia ter lhes preparado para as verdades assustadoras que estavam prestes a ser reveladas.

Assim que li a sinopse, tudo nesse livro me chamou a atenção, por isso assim que ele chegou na minha casa furou a fila sem que eu tivesse tempo de ficar arrependida.

Imagine se algum dia você está voltando para casa e se depara com um olhar tão sinistro que sente que isso vai mudar a sua vida para sempre? É exatamente isso que acontece com Katy Rivers após uma troca de olhares com uma garota até então totalmente estranha para ela. Essa garota é Genevieve Paradis e ela está decidida a entrar na vida de Katy e nunca mais sair dela. 

Resenha + Sorteio: PDM, de Stephen Wallenfels (@BertrandBrasil)


Por Gleice Couto.




Título: PDM
Série: PDM (nome provisório) - Livro 1
Autor(a): Stephen Wallenfels
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 280
Ano: 2014
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PDM apresenta a história de dois adolescentes que lutam para escapar de um ataque alienígena. Alternando a narrativa entre a voz de Megs e a de Josh, o autor revela ao leitor o quanto a humanidade é capaz de lutar pela sobrevivência e como os seres humanos podem acabar se mostrando inimigos ainda mais perigosos do que os invasores desconhecidos.


Tá rolando uma vibe alienígena na literatura ou é impressão minha? No último mês, vários livros com o tema vieram parar na minha mão, assim como soube de tantos outros que estão para serem lançados. Mas, tudo bem. Eu gosto bastante. E com PDM (Editora Bertrand Brasil), estreia do norte-americano Stephen Wallenfels, não foi diferente. Gostei tanto que nem fiquei chateada em saber que é o primeiro de uma série (fobia de séries, atualmente).

As buzinas se confundem com as sirenes. Um homem tropeça e cai no chão. Os carros passam por cima do pobre coitado como se ele fosse um quebra-molas. Grito para que os carros parem, mas ninguém me ouve. – PDV Megs


Resenha: A Prisão Mal-Assombrada, de Joseph Delaney (@BertrandBrasil)



Título: A Prisão Mal-Assombrada
Autor(a): Joseph Delaney
Ilustrações: Scott M. Fischer
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 112
Ano: 2014
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A história começa com a primeira noite do órfão Billy, de quinze anos, como guarda de uma sinistra prisão. Mas essa não é uma cadeia qualquer com prisioneiros comuns. Nela há celas mal-assombradas que não podem ser usadas, sussurros e gritos durante a noite. E o temido Poço da Bruxa. Billy é alertado a manter distância do prisioneiro que fica lá no fundo do poço. Mas quem poderia ser? O que poderia ser tão assustador?
O cenário deste livro é inspirado no Castelo Lancaster, onde, em 1612, as bruxas de Pendle ficavam trancadas antes de serem julgadas e enforcadas. Elas eram mantidas em uma cela conhecida como Poço da Bruxa. Quando Joseph Delaney visitou o castelo, ficou imaginando o que teria restado lá embaixo depois que as bruxas se foram.
Uma história de terror digna dos mestres do gênero.

Desde que a editora anunciou o lançamento desse livro, fiquei muito curiosa para conferir, por já ter uma vontade imensa de ler Aventuras do Caça-Feitiço por ser tão elogiada que é do mesmo autor. Como já dito na sinopse, o cenário desse livro é inspirado no Castelo Lancaster, conhecido por em 1612 ser o local onde as bruxas de Pendle ficavam trancas até serem julgadas e enforcadas.

Ninguém se aproximava do castelo sem ser percebido. Sempe havia olhos observando, sempre havia pessoas vigiando alguma aproximação.
Página 20

Resenha: O homem do bosque, de Scott Spencer





Título: O homem do bosque
Autor(a): Scott Spencer
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 378
Ano: 2013
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Em seu romance mais arrebatador, "O homem do bosque", considerado um dos melhores de 2010 pela Amazon, Scott Spencer prova por que é avaliado como um dos maiores escritores norte-americanos da atualidade e por que é unanimidade entre os críticos ao redor do mundo. Desde adolescente, Paul vive por conta própria. Livre, independente. Guiado sempre por um código de conduta rígido, tendo feito um pouco de tudo na vida, ele chegou a pensar que nunca teria um norte, que estava apenas ao sabor do vento. Até que conhece a bela, inteligente e amorosa Kate Ellis, e sua filha, Ruby, de nove anos. As duas lhe oferecem uma vida de ordem e regularidade. Contudo, ao caminhar por um parque, o protagonista encontra um homem espancando um cachorro e, por alguns momentos, mergulha num mundo de violência e numa jornada anárquica de autoconhecimento, redenção e culpa. Morte e vida cruzam seu caminho. Scott Spencer capta a intensidade da paixão humana – e sua capacidade, ao mesmo tempo, destrutiva e redentora – com precisão e discernimento sem precedentes. Ele abusa da ironia, da espirituosidade e de sua profunda sensibilidade num thriller psicológico e provocante que trata da moral e da masculinidade, das escolhas e do destino.


Paul é apenas um homem comum, um humilde marceneiro que depois de conhecer Kate - uma ex alcoólatra que agora se dedica a ajudar outras pessoas com seu testemunho de mudança com a ajuda da fé - e sua filha Ruby, começa uma pequena transformação no seu modo de viver e pensar. Eles tem tudo para formar uma família perfeita, mas um pequeno incidente que cruza a sua vida com a de outro homem, transforma a vida dele até então repleta de certezas boas a ponto de ele não conseguir mais ser o mesmo e em meio aos conflitos trazido nesse fatídico encontro. Tudo muda, inclusive a sua relação com Kate, seus amigos e familiares.

Resenha: Espero Alguém




Título: Espero Alguém
Autor(a): Carpinejar
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 9788528616941
Páginas: 336
Ano: 2013
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Comprar: Buscapé | Submarino
Com "Espero alguém", Carpinejar, mais maduro, tanto profissional quanto emocionalmente, apresenta crônicas escritas após um período difícil de sua vida: o abandono pela mulher amada. Com textos emocionantes, sinceros e, também, engraçados, o autor comprova que ninguém esta preparado para uma separação.
"Espero alguém" trabalha as duas separações do autor. Começa triste e, ao longo das paginas, o ânimo vai melhorando. No final, o alívio. As crônicas tratam da retomada – a superação do luto – provando que tudo passa. Um novo amor é quase uma certeza. E, se você não amar esse amor mais do que amou o que veio antes, provavelmente amará mais a si mesmo.
Carpinejar mostra também as contradições do relacionamento: o que cada um precisa e pode fazer pelo outro. A importância da sedução mútua e a convivência com as críticas. Além disso, dá conselhos, como: “não fale mal até vinte dias após o termino. Se reatar, você estará desacreditado.” “Estou solteiro de novo. Ela se separou de mim, eu não me separei dela. E o pior que sou escritor, trabalho em casa. Não conto com um escritório para fugir e mudar de assunto.
Identifico sua falta a todo instante. Meu coração é um cativeiro.” (Carpinejar)

Apesar de adorar crônicas, ultimamente tenho negligenciado a leitura delas e sem dúvida Espero Alguém foi uma bela maneira de me redimir, tanto que acabei lendo duas vezes antes de escrever essa resenha, rs. A escrita de Carpinejar me toca não é de hoje, sempre li um texto aqui e outro ali, mas nunca tinha parado para ler um livro repleto de suas crônicas mesmo sabendo da quantidade enorme de livros que ele publica.

Espero alguém que ponha bilhetinhos dentro daqueles livros que vou ler até o fim.
Página 13

Resenha: A cidade sombria




Título: A cidade sombria
Autor(a): Catherine Fisher
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 9788528616880
Páginas: 336
Ano: 2013
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A única esperança para Anara, um mundo às portas da total devastação, reside em um mestre, seu aprendiz e nas antigas e ilegais relíquias com poderes misteriosos que eles colecionam. Ao saírem à procura de uma relíquia secreta com grande poder escondida há séculos, Raffi e Galen serão caçados, espionados e testados além dos seus limites, pois existem monstros — alguns deles humanos, outros não — que também desejam o poder desta relíquia até consegui-la.

A prévia desse livro foi cedida para resenha pela Editora Bertrand Brasil.
Quando a prévia do livro chegou pra mim, não sabia o que esperar e isso me fez ficar ansiosa pela leitura, e ele furou a fila. Ainda bem que foi uma surpresa boa e uma leitura muito proveitosa.

A história se passa em Anara, um mundo totalmente em ruínas desde a queda dos Criadores que seriam os deuses do lugar que foram derrotados pelos Vigias, seus inimigos que pregam entre os seus que todo os poderes mágicos deles são apenas lendas. Da antiga Ordem dos Guardiões, uma espécie de sociedade de dominadores de magia e que agora foi dissolvida, e aparentemente, só restou Gallen, um mestre das relíquias, e seu aprendiz Raffi, que vivem sempre se escondendo para encontrar outras relíquias e outros membros da Ordem que podem ter sobrevivido após o sumiço dos criadores e resistido a intensa perseguição dos Vigias. Quando Gallen é chamado para controlar uma relíquia encontrada em um vilarejo próximo do seu esconderijo, percebe que caiu em uma armadilha do maldoso Alberic, o que acaba lhe custando uma de suas relíquias e o faz partir na caçada de um dos inimigos dele, um Sekoi que roubou todo seu ouro para tê-la de volta.

Resenha e Sorteio: Bom de briga




Título: Bom de Briga
Autor(a): Markus Zusak
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 9788528616538
Páginas: 208
Ano: 2013
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Na continuação do sucesso O azarão, Markus Zusak apresenta o emocionante Bom de briga. Se no primeiro título o autor traz um romance de formação de um jovem incorrigível, infeliz consigo mesmo e com sua vida, agora ele exibe dois irmãos em busca de um propósito na vida. Bom de briga retrata a evolução dos irmãos Cameron e Ruben Wolfe como seres humanos. No primeiro livro, a dupla estava sempre atrás de algo errado para fazer. Dessa vez eles entram no mundo das lutas amadoras de boxe, buscando independência para suas vidas. Enquanto Ruben mostra um talento nato para a coisa, o outro tenta apenas sobreviver. Tudo que é ruim é normal no dia a dia da família Wolfe - como os silêncios, as brigas, a pobreza, a mediocridade. Eles já se acostumaram com isso e sempre têm uma justificativa para tanto. Cameron, o mais novo, é o exemplo do jovem batalhador. Desde cedo apanha e se levanta, mostrando que o que importa não é a força da pancada, mas se você tem a força necessária para se reerguer.

Esse livro foi cedido para resenha pela Editora Bertrand Brasil.
Depois de conhecer Cameron Wolf, que com seu irmão Rube vivia arrumando encrencas e sua família em O azarão, fiquei bem curiosa para saber o que o autor traria nesse segundo livro da trilogia dos irmãos Wolf. O azarão, tem uma carga grande de humor negro já que os irmãos estão sempre fazendo alguma burrada, já em Bom de briga a carga é mais emocional pois os garotos estão aceitando a transição de adolescente para adultos, estão se transformando em homens, é claro que daqui saem boas reflexões, pois eles são muito pobres e agora o pai está em uma situação muito difícil e continua lutando dia após dia para sustentar a família.

Resenha: Um rosto bonito




Título: Um rosto bonito
Autor(a): Lori Lansens
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 9788528615463
Páginas: 403
Ano: 2012
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Lori Lansens é conhecida internacionalmente por romances que levantam assuntos importantes. Em seu primeiro livro, trata do abandono de crianças pelos pais; no segundo, do nascimento de irmãs siamesas. Em Um rosto bonito, Lori apresenta a questão da obesidade e do amor próprio, mostrando que o sucesso está sempre na mão de cada um e que rótulos foram feitos para serem quebrados. Mary trabalha numa farmácia, tem 43 anos, 1,67 metro de altura, pesa 150 quilos e está se preparando para a comemoração de bodas de prata com o alto e bonito Jimmy Gooch. Contudo, ele desaparece, deixando-lhe um estranho bilhete e uma conta com razoável quantia. Assustada e sem compreender o porquê de tal atitude, Mary sai em busca de seu amado. Para muitos pode parecer normal, mas ela nunca esteve em um aeroporto, não sabe usar celular e se assusta com qualquer problema financeiro. Apesar do isolamento do mundo e da inércia em virtude, sobretudo, das gozações que recebe na vizinhança, a determinação e a meiguice da protagonista vão conquistar o leitor desde o início, fazendo-o se divertir, até mesmo, com os desejos alimentares que a atingem durante todo o dia. Lori Lansens trata de questões importantes, como a busca incessante pelo corpo perfeito e a não aceitação das pessoas diante de quem escolhe não seguir um script “ideal”. Além disso, traz à tona o debate sobre estar ou não apaixonado. Muitos leitores pensarão que Mary é louca pelo marido. Outros, que ela se acostumou com a vida e que tem medo de mudanças profundas. Qual será a verdade?

Esse livro foi cedido para resenha pela Editora Bertrand Brasil.
Quando Mary Gooch é abandonada pelo marido na véspera do aniversário de 25 anos do seu casamento, ela percebe que está totalmente perdida e desamparada pois nunca fez nada sem pensar ou depender dele. Ela até então, é extremamente depressiva e usa a comida para "afogar" suas perdas - o tempo perdido, os filhos que nunca teve, os pais, etc - e, consequentemente, sofre de obesidade mórbida. Mary sempre promete ao Amanhã que tudo será diferente, que ela vai tomar uma atitude, vai se movimentar, vai viver... Só que ela nunca cumpriu a promessa. Agora sem muitas opções após receber uma carta do marido pelo correio, que é o que a faz acreditar que foi abandonada, ela parte em busca de Jimmy Gooch e acaba encontrando tantas coisas que perdeu durante a vida e fazendo descobertas que até então, ela nunca pensara que precisava.

Resenha: O azarão



Título: O azarão
Trilogia: Irmãos Wolfe - Livro 01
Autor(a): Markus Zusak
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 9788528616439
Número de páginas: 176
Ano: 2012
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Antes de tornar-se mundialmente conhecido, Markus Zusak escreveu uma trilogia de sucesso que somente agora está sendo publicada no Brasil. O primeiro título chama-se O Azarão. Fãs de A menina que roubava livros não podem deixar de ler os romances que inciaram a carreira estelar desse autor. Narrado em primeira pessoa, o livro apresenta a história de Cameron Wolfe, um garoto de 15 anos, perdido na vida e que vive às turras com a família. Trabalha com o pai encanador e sua mãe está sempre brigando com os filhos, na pequena casa onde todos moram juntos. Steve é o mais velho e mais bem-sucedido. Sarah é a segunda, e está sempre dando uns amassos com o namorado. Rube é o terceiro e o mais próximo de Cameron. Os dois, além de boxeadores amadores, vivem armando esquemas para roubar lojas e outros locais do tipo. Contudo, os planos nunca saem do papel. Uma história sobre a vida e sobre as lições que dela podem ser tiradas. Um romance de formação que exibe um jovem incorrigível, infeliz consigo mesmo e com sua vida. - "Tento ser humano em minha escrita. Comecei a escrever porque era o caminho natural. Durante o ensino médio eu era muito introvertido. Sempre tinha histórias na cabeça. Então comecei a escrevê-las." - Markus Zusak
Minha opinião
Esse livro foi cedido pela Editora Bertrand Brasil para resenha.
Já li os dois livros do autor publicados antes no Brasil - A menina que roubava livros e Eu sou o mensageiro - e mesmo sabendo que as duas narrativas são completamente diferentes, eu queria que tivesse algo deles nesse livro, mas ainda bem que isso não aconteceu pois pude me surpreender.

Promoção: Não conte para a mamãe


Olá leitores, tudo bem?
Como a minha internet anda muito boa - mentira, estive quase 24 horas sem sinal - o sorteio que era pra ir ao ar bem cedinho entra agora e espero que após tantos comentários que recebi de vocês pelo twitter e e-mail, vocês participem bastante, porque o livro mesmo sendo de algo muito triste é muito bom.


Regras
- Fazer um comentário com conteúdo relevante na resenha do livro, clicando aqui.
- Ter endereço de entrega no Brasil.
- Preencher o formulário abaixo corretamente.

Resenha: Não conte para a mamãe




Título: Não conte para a mamãe
Autor(a): Toni Maguire
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 9788528615722
Número de páginas: 308
Ano: 2012
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A frase que dá título ao livro de Toni Maguire, Não conte para a mamãe, poderia ser uma pacto ingênuo entre dois irmãos ou uma brincadeira entre crianças. Infelizmente, não é o caso. Na verdade, é a ameaça sofrida pela autora durante os quase dez anos em que foi violentada pelo próprio pai. Quando aconteceu pela primeira vez, a pequena e inocente Antoniette tinha apenas seis anos. Apesar da tenra idade, tudo ficou gravado em sua memória, o tempo nada dissipou: os detalhes, os sentimentos, a dor. Foi a primeira de muitas, incontáveis vezes. Não conte para a mamãe, de Toni Maguire, desvela a comovente história de um infância idílica que mascarava uma terrível verdade.
Minha opinião
Esse livro foi presente da minha querida amiga, Denise. Obrigada minha flor. ♥
Quem acompanha as minhas doideras pelo twitter ou costuma ler minhas resenhas sabe que eu adoro um bom drama, mas a experiência com Não conte para a mamãe, foi muito além das minhas humildes expectativas. Eu esperava chorar muito, mas eu fiquei tão chocada que as lágrimas ficaram sufocadas. Não que o livro não merecesse as minhas lágrimas, pelo contrário, elas que teimaram em não sair pelo choque, pelo sentimento de pena que eu não acho certo sentir e pela indignação.