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Resenha: Sombras Prateadas, de Richelle Mead (@editoraseguinte)



Título: Sombras Prateadas
Autor(a): Richelle Mead
Editora: Seguinte
Páginas: 368
Ano: 2015
Skoob | GoodReads
Compre: Buscapé | Submarino
Sydney Sage arriscou tudo. Ainda infiltrada na organização, trabalhava contra os alquimistas e vivia um romance secreto com o vampiro Adrian Ivashkov. Qualquer deslize poderia trazer tudo por água abaixo, e foi exatamente o que aconteceu: sua própria irmã descobriu seu relacionamento proibido e a denunciou, fazendo com que Sydney fosse capturada pelos seus pares e mandada para a terrível reeducação. Cercada de inimigos e sem saber onde estava ou como sairia dali, Sydney luta para manter sua identidade, sua capacidade de pensar por si mesma e, principalmente, a esperança de que encontrará Adrian novamente.

Finalmente chegamos ao penúltimo livro da série Bloodlines. Muito melhor que o anterior Sombras Prateadas traz de volta o casal Sydney e Adrian mais apaixonados que nunca, alguma dose de aventura e ritmo de leitura bem mais contagiante que os outros livros da série. 

Boa parte da história se passa na clínica de reeducação para qual Sydney foi mandada, temos a oportunidade de conhecer por dentro esse lugar que causa tanto medo aos Alquimista e bate um pouquinho de medo de ser mandado para lá também. Enquanto está presa lá, Sydney não consegue se comunicar com Adrian, o que o leva a uma busca insana pela sua amada.

Eu precisava de seu coração e mente, tanto quanto precisava de seu corpo. Eu precisava dela e sua falta causou uma dor no meu peito enquanto eu adormecia. Então ela tinha ido embora. Como eu pude, eu passei meus braços firmemente em torno de mim mesmo, fingindo que era Sydney e segurei.
Capítulo 12

Depois de Coração Ardente pensei bastante se continuaria lendo a série ou não, mas quando saiu Sombras Prateadas gamei na capa e não pude deixar de dar uma olhadinha e quando vi o livro estava acabando. Esse livro foca muito mais no casal principal e principalmente no Adrian, temos a chance de conhecer mais a fundo esse personagem tão incoerente. A Sydney tem seus bons momentos e nos lembram o porque ela é uma personagem forte e devemos acreditar nela - convenhamos, a Sydney é meio sem sal nos outros livros 

Eu já tinha uma quedinha pelo Adrian, mas depois desse livro apaixonei completamente, embora completamente maluco o personagem é adorável, em certas partes dá vontade de dizer “Adrian, vem cá, abraça, isso vai passar, não chora tá?”. 

Eu sei o que é o amor, mãe. Eu tive amor que queima cada fibra do meu ser, que me puxa a ser uma pessoa melhor e me fortalece em cada momento do dia. Se você tivesse tido algo assim, você se seguraria nele em cada pedaço da força que você possui.
Capítulo 6

O livro termina com um grande gancho para a continuação, achei meio solta a forma como apareceu, mas esperado já que próximo ao final não haviam elementos que indicassem uma continuação.

Quanto aos erros, o que não gostei no livro anterior continuo não gostando nesse. História acelerada, passagens de tempo incoerentes, os nós da trama vão sendo desfeitos de forma pouco convincente, muita coisa podia ser melhor, mas o conjunto apresentado é aceitável. 

Em breve começo a leitura do último livro só para poder dizer que terminei a série e conto para vocês . :)

Quem ainda está na série, está gostando? hahahaha 

Beijos e até breve \o

Obs.: Esse post não é um publieditorial, mas compras efetuadas a partir de alguns dos links contidos aqui, geram renda para o blog.

Resenha: Coração Ardente, de Richelle Mead (@editoraseguinte)



Título: Coração Ardente
Autor(a): Richelle Mead
Editora: Seguinte
Páginas: 416
Ano: 2014
Compre: Buscapé | Submarino
A alquimista Sydney Sage não é mais a mesma. Criada desde criança para desprezar os vampiros, ela acaba vencendo seus preconceitos depois da última missão, durante a qual foi obrigada a conviver diariamente com essas criaturas. Aos poucos, ela não só criou laços de amizade com os vampiros como acabou se apaixonando por um deles e, surpreendendo até a si mesma, decidiu levar o relacionamento adiante, em segredo.Tudo se complica quando Zoe, sua irmã, se junta à missão. Apesar de querer resgatar a amizade entre elas, Sydney precisa guardar seus segredos enquanto tenta fazer com que a caçula perceba como as crenças alquimistas estão equivocadas. Mas será que ela conseguirá manter essa vida oculta por muito tempo? A ameaça de ser descoberta – e mandada para a reeducação – é maior do que nunca.(Sinopse extraída da capa)

Esse foi o livro que menos gostei, até agora, na série. O final de O feitiço azul me deixou louca, comecei Coração Ardente com muita expectativa, mas ficou tudo muito aquém do que eu esperava. Não quero dar spoilers da obra, então não vou contar todos os pontos que me decepcionaram e talvez tudo soe superficial, mas quem acompanha a série deve entender minhas críticas.

Os capítulos iniciais de cada livro trazem uma retrospectiva do que aconteceu no livro anterior, considero isso desnecessário, o prazo de lançamento entre um livro e outro não é grande demais, então dá para lembrar o que aconteceu no livro anterior e, sendo uma série, é esperado que o leitor tenha lido o livro que veio antes, logo, não há para que colocar retrospectiva.

Esse é o quarto livro da série, mas na história ainda não se passou um ano. As passagens de tempo da série não fazem sentido e nesse livro ficou claro isso. Foi uma tarefa difícil localizar em qual dia da semana ou até mesmo que mês se passava a história! Não posso descartar a hipótese que isso tenha acontecido por erro meu, mas, modéstia a parte, sou uma leitora cuidadosa e dificilmente deixo passar detalhes assim.

No fundo, não entendi o porquê do volume ter sido lançado. Quem leu os outros títulos deve ter percebido que cada um tinha uma história, esse não tem uma história, começa a ser delineado algo, mas senti que apenas disfarçou o fato de que não há uma história. Os personagens secundários são mais secundários do que nunca nesse volume, há uma overdose de personagens, reaparecem personagens que só foram citados no primeiro livro, Laços de Sangue.

Preciso declarar meu ódio a Zoe, eu conheço personagens detestáveis, existem vários personagens que desejo morte longa e dolorosa, mas a Zoe é outro nível de ódio. Mimada, irritante e maldita, esses são os adjetivos mais honrosos que posso dar a essa personagem. Não vai me descer pela garganta que o que ela faz é em nome das crenças dos alquimistas, alguém que faz aquilo só pode ter muita maldade dentro de si. O par Adrian-Sydney protagoniza momentos bonitinhos e quentes. Gosto do casal, mas acho que o romance deles ficou melhor do livro anterior.

‘Seguiríamos em frente de mãos dadas, e eu passaria o resto dos meus dias fazendo tudo para que nosso amor crescesse cada vez mais’. Página 299

Não é que eu não tenha gostado do livro, só achei que ele tem muitos furos e poderia ter sido desenvolvido de forma melhor. Ainda faltam, pelo menos, dois livros até o final, espero que os próximos compensem esse. Se você já está lendo a série e tem uma fila de leitura enorme, deixa esse livro de lado até o sair o próximo, quando sair você lê os dois juntos, não tem para que apressar a leitura.

Bom gente por hoje é isso, beijos e até a próxima.

Obs.: Esse post não é um publieditorial, mas compras efetuadas a partir de alguns dos links contidos aqui, geram renda para o blog.


Resenha: Entre o Agora e o Sempre, de J.A. Redmerski (@Suma_BR)




Título: Entre o Agora e o Sempre
Autor(a): J.A. Redmerski
Editora: Suma de Letras
Páginas: 302
Ano: 2014
Compre: Buscapé | Submarino | Amazon
Camryn Bennett e Andrew Parrish nunca foram tão felizes. Cinco meses depois de se conhecerem num ônibus interestadual, os dois estão noivos e prestes a ter um bebê. Nervosa, mas empolgada, Camryn mal pode esperar para viver o resto de sua vida com Andrew, o homem que ela sabe que vai amá-la para sempre. O futuro só lhes reserva felicidade... até que uma tragédia os surpreende. Andrew não consegue entender como algo tão terrivelmente triste pôde acontecer. Ele tenta superar o trauma — e acredita que Camryn esteja fazendo o mesmo. Mas, quando descobre que Camryn busca sufocar uma dor imensa de uma forma perigosa, fará de tudo para salvá-la. Determinado a provar que o amor dos dois é indestrutível, Andrew decide levar Camryn numa nova jornada carregada de esperança e paixão. O mais difícil será convencê-la a ir junto...
Atenção: essa resenha contém spoilers do livro anterior, Entre o Agora e o Nunca.

O que falar sobre esse livro que eu nem esperava que existisse? Sempre é difícil começar uma resenha de um livro que você considerou ruim quando grande parte dos que já o leram o consideraram bom. Eu mentiria se dissesse que tentarei ser imparcial, porque a verdade é que não gostei do livro, está sendo difícil procurar pontos positivos para destacar quando todas as minhas anotações indicam falhas de todos os tipos.

A história começa com Cam grávida e ainda louca, o Andrew continua o Andrew, vivem uma vida sossegada em Galveston, apenas curtindo a gravidez de Cam, porém algo ruim acontece e para tentar contornar a situação eles saem em mais uma viagem pelos EUA transando em cada esquina. Se você acredita que meu resumo foi resumido demais, leia o livro e você verá que é exatamente isso e só isso que acontece durante a trama.

Do fundo do meu coração, ao terminar Entre agora e o nunca eu não esperava encontrar esses personagens novamente, considerei o final satisfatório, mas veio a continuação, a autoria poderia ter criado uma história épica, levando os personagens ao máximo da insanidade e trilhado um caminho inesperado para ambos, porém isso não aconteceu, ela escolheu o caminho previsível, acredito que foi o que a maioria dos fãs quis, a história é basicamente Cam e Andrew, não vi nada de novo, não vi nada de emocionante, não vi nada que me fizesse querer mais do livro. Ironicamente, o estilo de narrativa da J.A. continua fácil, então dá para ler tudo em um ou dois dias, isso é esquisito eu sei.

Acho que às vezes as melhores lembranças se criam nos lugares mais improváveis.
Página 213

Se você deseja saber mais sobre os personagens secundários, não crie expectativas, eles continuam apenas como personagens secundários. Eu queria saber mais sobre o pai da Cam, mas isso não aconteceu. Desejava saber mais do Cole, mas isso também não aconteceu. Ansiava por saber mais sobre qualquer um além da Cam e do Andrew, mas adivinhem? Isso também não aconteceu.

Acredito que esse livro é uma daquelas continuações feitas com o único propósito de lucrar, creio que pensaram assim: ‘o primeiro deu certo não foi? Então vamos lançar mais um e ficar duas vezes mais ricos!’, se você não gostou do primeiro livro e pretende dar uma nova chance a autora e ler mais um para ver se melhora a sua opinião, peço que aceite meu conselho e desista dessa sandice, sua opinião pode até mudar, mas vai ser para pior.

Não sou o tipo de leitora que acredita que somente um amor incondicional sustenta uma história, é preciso ter plano de fundo, é preciso ter mais coisas além de um casal apaixonado e que transa loucamente poxa! Talvez por isso esteja aqui destilando essas palavras de ódio, não me isento da minha culpa, mas clamo que, por favor, pensem várias vezes antes de ler esse livro.

Você já leu e gostou? Por favor, me explique o porquê nos comentários.
Um beijo,

Thalita.

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Resenha: 2083, de Vicente Muñoz Puelles (@EditoraBiruta)



Título: 2083
Autor(a): Vicente Muñoz Puelles
Editora: Biruta
Páginas: 140
Ano: 2012
Compre
O fim dos livros de papel e tinta está próximo. Restarão poucos exemplares: as antiguidades valiosas ou as relíquias de família. Verdade? Ilusão? Fantasia? Imagine-se agora em 2083 e surpreenda-se: o livro eletrônico também não existe mais. O que restou das histórias e dos autores que admiramos? Desapareceram sem deixar vestígios? Não! Seria impossível destruir os textos que nos emocionaram, que nos fizeram viver melhor e nos tornaram mais humanos. Não se desespere, todos sobreviveram e você poderá conhecê-los bem perto, numa viagem de turismo... no modo amplificador de inteligência. Embarque na bibliotravel.

Por algum motivo aleatório não li a sinopse corretamente, então acreditava que se tratava de um livro que mostrava um mundo onde não existiam livros físicos, isso me surpreendeu quando comecei a leitura e descobri que se tratava de um mundo sem qualquer tipo de livro.

- Eles não foram proibidos porque não foi necessário (...) Simplesmente, as pessoas deixaram de ler livros. Houve um tempo em que ainda eles, os livros, eram comprados, mas por puro acaso. (...) E depois, para quê ter livros, se todos já sido ou estavam sendo escaneados e se encontravam disponíveis na Cosmonet, em forma de arquivos digitais? As pessoas entravam na rede e liam um fragmento, uns dois parágrafos e pronto. Logo buscavam outro título e liam outro fragmento.
Página 13

A história se passa provavelmente na Espanha no ano de 2083, o mundo está um caos, embora tenham sido desenvolvidas diversas tecnologias diferentes e seja tudo mais prático, o meio ambiente vem sendo destruído a cada dia e as chances de ser salvo se tornaram nulas, para sair na rua é necessário usar uma roupa espacial que torna o ar respirável, ficar dentro de casa se tornou a coisa mais segura a ser feita. Em meio a isso conhecemos Pa e David, desde a morte de Ma sua relação se tornou de poucas palavras. Certo dia eles assistem uma reportagem sobre livros e isso desperta o interesse de David sobre o assunto, Pa lhe conta que tem em casa um raro exemplar do livro ‘A ilha dos livros perdidos’ escrito pelo bisavô de David, mas infelizmente ele está trancado em uma urna e precisa ficar lá pois corre o risco de se desintegrar ao entrar em contato com o ar instável. Essa situação instiga a curiosidade do jovem e o faz se interessar por livros e desejar navegar pela bibliotravel, que é uma máquina capaz de transportar o leitor, literalmente, para dentro do livro. Em meio a essas viagens a história é contada.

Fiquei pensando que o ser humano é uma espécie desconcertante, capaz de todo o mal e também de todo o bem. Por um lado, assolamos o planeta, causamos a extinção das demais espécies (....) Por outro, somos capazes de remover céu e terra para encontrar um só livro e fazer uma cópia.
Página 130-131

A palavra que define esse livro, para mim, é amor. Desde que li a sinopse fiquei interessada em ler ele, só agora tive a oportunidade e isso me entristece porque significa que terei menos tempo útil de vida para reler ele. Gostei da narrativa do autor, gostei da trama, gostei da diagramação da edição que li, gostei dos personagens, só não gostei do final, da rapidez com que acontecem as coisas e de ser uma história curta, acredito que se ele não fosse um juvenil essas falhas seriam corrigidas e teria gostado mais ainda da leitura.

O livro faz uma reflexão profunda sobre o papel do livro na sociedade, mas não faz de maneira enfadonha, é interessante o modo como o autor escolheu abordar esse tema. Como já disse, a história é curta, qualquer detalhe a mais que dê sobre ela pode se tornar um spoiler e isso não é legal para ninguém, então, recomendo que vocês leiam o livro porque vale muito a pena, tanto para quem gosta de ler, quanto para quem não gosta, não é uma leitura difícil, não é infestada de conceitos futurísticos, o que torna a leitura mais fluída. É um livro fantástico.

Quando ninguém mais lê, e continuamos lendo livros, nós temos a impressão de sermos um bicho estranho.
Página 15

Alguém já leu? Pretende ler?
Comentem –q.
Beijos,

Thalita.

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Resenha: A Playlist da Minha Vida, de Leila Sales (@GloboLivros)




Título: A Playlist da Minha Vida
Autor(a): Leila Sales
Editora: Globo Livros
Páginas: 312
Ano: 2014
Skoob | GoodReads
Compre

Elise não se impressiona com desafios. Na verdade, ela adora quando eles aparecem. Durante sua vida, esteve sempre envolvida com alguma coisa realmente difícil de suportar.
Ao completar quinze anos, ela assume um desafio ousado: tornar-se uma pessoa legal. Só que ela não chega nem perto disso, e a vida social da garota consegue ficar pior do que já era.
Até que durante uma madrugada, após um dia péssimo na escola, ela saí para caminhar pela cidade e encontra um galpão onde está rolando uma gesta. É este o lugar que vai abrir a porta para um mundo que ela jamais sonhou que existisse. Um mundo do avesso, no qual, durante a noite, uma estudante sem graça tem a chance de se divertir sem ter que fingir ser alguém que não é.

Esse é um livro para adolescentes, se você não gosta do gênero te desaconselho a continuar lendo a resenha, dessa vez não vou te fazer mudar de ideia, pelo contrário, caso você resolva continuar vou te provar que estava certo(a) desde o princípio.

Elise é uma típica adolescente excluída e desajustada socialmente, não sabe lidar com convenções sociais, não entende porque tantas regras foram criadas e muito menos sabe como lidar com elas! Ela não é a garota bonitinha que coisas ruins ocasionalmente acontecem, ela é a garota errada, a excluída, a rechaçada, aquela sofreu tanto com a crueldade escolar que perdeu a fé em si mesma. Essa é a Elise.

Existem todas essas regras que você precisa seguir simplesmente para ser alguém. Sabe como é? Você deve carregar uma bolsa, não uma mochila. Você deve usar bandanas, ou não bandanas. (...) Você não deve ficar com um garoto, mesmo que ele queira isso. Eu não entendo essas coisas. Há muitas regras e elas não fazem o menor sentido. E não consigo aprender a lidar com todas elas.
Página 204

Bom, agora que vocês conhecem a Elise creio que o único detalhe relevante a ser relatado é que os pais dela são separados e dividem a guarda dela, durante alguns dias ela fica com o pai e outros com a mãe.

Certa quinta-feira, ela precisa ficar na casa da mãe quebrando a agenda que todos concordaram em manter, depois da meia-noite ela decide dar uma volta pela cidade e acaba entrando em um beco e se deparando com um novo universo, um lugar onde todos devem esquecer como são normalmente e mostrar uma nova face de si, a face que gostariam de poder mostrar sempre, mas por algum motivo não podem. Assim, Elise consegue se encontrar, mas por quanto tempo ela será capaz de preservar esse mundo, impedindo que as dores dos seus dias entrem ali você vai precisar ler para descobrir.

Gostaria de apenas poder dizer ‘eu amei esse livro com todas as minhas forças’ e não sei se vou conseguir explicar o quanto ele foi importante para mim, mas acredito que só essa sentença não é capaz de exprimir o quanto ele foi significativo para mim. Sei que já não sou uma adolescente, mas os conflitos enfrentados pela protagonista são exatamente o que sinto e senti quando tinha a idade dela! Em vários momentos precisei parar a leitura para respirar e me lembrar que é só ficção, não sou eu sendo relatada. Se você é uma adolescente que vem enfrentando uma fase difícil, aconselho seriamente a leitura, ela vai te mostrar que as coisas podem melhorar.

As pessoas acham que sabem que você é. Elas sabem de algumas poucas coisas a seu respeito e junta essas peças de uma forma que faça sentido para elas. E, se você não se conhece muito bem, pode até acreditar que elas estão certas. Mas a verdade é que essa imagem não representa quem você é. Ela não tem nada a ver com você.
Página 270

O livro é uma leitura fácil, a escrita da Leila fluí muito muito bem, a história é bem construída, não vi buracos na trama, tudo o que precisava ser explicado para tornar a história crível foi explicado. Apesar de ser um livro americano a história não é algo que só é possível nos Estados Unidos, ela é algo que poderia acontecer em qualquer lugar, dadas as devidas alterações. Não é um infanto chato que é focado no draminha, geralmente patético, da protagonista, que passa metade do livro reclamando que é desajustada e a metade seguinte tentando se adequar e no final decide que no começo é que ela tava certa, não tem a quantidade de humor que ‘O diário de uma garota nada popular’ tem, não vai te fazer dormir ou querer jogar o livro pela janela, porém acredito que é um daqueles livros que só atinge a sua mensagem no público algo.

Como diria o pensador indiano Shiyali Ranganathan em uma das cinco leis da Biblioteconomia, ‘para cada livro há um leitor’ e creio que esse é um desses livros, a mensagem principal e a vida da adolescente são coisas que só fazem sentido para quem pertence aquele nicho, mas bom, se você é como eu, que já está quase nos 20, mas metade da cabeça nos 15 e a outra no casamento, então bom, talvez esse livro te agrade, como eu acredito que não existem tantas pessoas assim no mundo, então continuo o recomendando para adolescentes.

- Eu sempre meio que torci pra que o pessoal da faculdade fosse mais maduro que o do ensino médio – comentei.
- Eu queria acreditar que existe algum lugar no mundo onde as pessoas são mais maduras que no ensino médio, só que ainda não encontrei.
Página 134

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Resenha: Cartas de amor aos mortos, de Ava Dellaira (@editoraseguinte)



Título: Cartas de amor aos mortos
Autor(a): Ava Dellaira
Editora: Seguinte
Páginas: 344
Ano: 2014
Skoob | GoodReads
Compre: Buscapé | Submarino
Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop… apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky. Mas Laurel não pode escapar de seu passado. Só quando ela escrever a verdade sobre o que se passou com ela e com a irmã é que poderá aceitar o que aconteceu e perdoar May e a si mesma. E só quando enxergar a irmã como realmente era — encantadora e incrível, mas imperfeita como qualquer um — é que poderá seguir em frente e descobrir seu próprio caminho.

Laurel acabou de perder sua irmã mais velha, ninguém além dela sabe o que aconteceu de verdade, o verão está acabando e ela precisa sair de sua prisão interna e enfrentar o mundo. No primeiro dia de aula ela recebe como atividade escrever uma carta para alguém que já morreu, assim começa o livro e prossegue com momentos da vida de Laurel sendo contados para Kurt Cobain, Amy Winehouse, Judy Garland, Elisabeth Bishop, Amelia Earhart, Heath Ledger, entre outros.

Resenha: A Vida do Livreiro A.J. Fikry, de Gabrielle Zevin (@cialetras)




Título: A Vida do Livreiro A.J. Fikry
Autor(a): Gabrielle Zevin
Editora: Paralela
Páginas: 192
Ano: 2014
Compre: Buscapé | Submarino
Uma carta de amor para o mundo dos livros “Livrarias atraem o tipo certo de gente”. É o que descobre A. J. Fikry, dono de uma pequena livraria em Alice Island. O slogan da sua loja é “Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo”. Apesar disso, A. J. se sente sozinho, tudo em sua vida parece ter dado errado. Até que um pacote misterioso aparece na livraria. A entrega inesperada faz A. J. Fikry rever seus objetivos e se perguntar se é possível começar de novo. Aos poucos, A. J. reencontra a felicidade e sua livraria volta a alegrar a pequena Alice Island. Um romance engraçado, delicado e comovente, que lembra a todos por que adoramos ler e por que nos apaixonamos.

Alguns livros que já resenhei disse que a sinopse era boa quanto a descrição da história, mas dessa vez peço-lhes que não acreditem que a sinopse é suficiente para descrever a história. 

Para começar preciso dizer que não tenho palavras para descrever esse livro, sabe aquele tipo de história que te prende, te envolve e te devora? Se você sabe o que é isso então você é capaz de entender como me sinto agora, se você não sabe acho que é um bom momento para começar a procurar. 

Resenha: Uma longa queda, de Nick Hornby (@ciadasletras)




Título: Uma longa queda
Autor(a): Nick Hornby
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 336
Ano: 2014
Compre: Buscapé | Submarino
Uma longa queda conta a história de quatro pessoas que se encontram por acaso no terraço de um dos maiores prédios de Londres, na noite de ano-novo, com a intenção de se suicidar. Desesperados mas sem determinação suficiente para pular, Martin, um apresentador de televisão que viu a carreira desabar depois de se envolver em um escândalo, Maureen, uma senhora solitária cuja vida se resume a cuidar do filho que há quase duas décadas se encontra em estado vegetativo, JJ, um músico americano fracassado que sobrevive entregando pizzas, e Jess, a desequilibrada e passional filha do ministro da Educação, começam então uma tragicômica busca por algum motivo para viver, ou pelo menos por alguma desculpa para adiar a morte iminente.

Eu sou suspeita para falar sobre o Hornby, sou fã do trabalho dele e cada novo livro que leio me encanto ainda mais. Uma longa queda foi mais uma ótima experiência minha com o Hornby.

A história gira em torno de Martin, Maureen, JJ e Jess, quatro desconhecidos que se encontram no alto do Topper’s House na noite de Ano Novo e só tem em comum o desejo de se jogar de lá. Por um acaso do destino seu desejo tem que ser adiado e é nesse meio tempo que a história se desenrola.

Resenha: Entre o agora e o nunca, de J. A. Redmerski (@Suma_BR)




Título: Entre o agora o nunca
Série: Entre o Agora e o Nunca - Livro 1
Autor(a): J. A. Redmerski
Editora: Suma de Letras
Páginas: 368
Ano: 2013
Compre: Buscapé | Submarino
Camryn Bennett é uma jovem de 20 anos que desistiu do amor desde que Ian, seu namorado, morreu num acidente de carro há um ano. Sua melhor amiga, Natalie, é a única capaz de animá-la. Mas a relação entre as duas fica abalada quando o namorado de Nat revela à Camryn que está apaixonado por ela. Perdida, sem saber o que fazer, Camryn vai para rodoviária e pega o primeiro ônibus interestadual, sem se importar com o destino. Com uma carteira, um celular e uma pequena bolsa com alguns itens indispensáveis, Camryn embarca para Idaho. Mas o que ela não esperava era conhecer Andrew Parrish, um jovem sedutor e misterioso. Andrew se aproxima da companheira de viagem, primeiro para protegê-la, mas logo uma conexão irresistível se forma entre os dois. Camryn tenta lutar contra o sentimento, já que jurou nunca mais se apaixonar desde a morte de Ian. Andrew também tenta resistir, motivado pelos próprios segredos.

Essa foi minha primeira experiência com um NA, tecnicamente pelo menos, eu comecei ele, parei, li Ella e Micha, terminei, li outros livros e ai voltei para Entre agora e o nunca, por isso considero ele a minha primeira experiência. Depois de demorar quase um mês para terminar cheguei a conclusão que ele é o tipo de livro que te prende ou te desprende, ou você gosta ou você não gosta. Para mim isso é limitante, gosto de obras que me trazem conflito interno, que me deixam na dúvida entre amar e não amar e por isso me fazem querer mais para decidir o que sinto.

Resenha: A Escolha, de @kieracass (@editoraseguinte)




Título: A escolha
Trilogia: A seleção - Livro 3
Autor(a): Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 352
Ano: 2014
Skoob | GoodReads
Compre: Buscapé | Submarino
A Seleção mudou a vida de trinta e cinco meninas para sempre. E agora, chegou a hora de uma ser escolhida. America nunca sonhou que iria encontrar-se em qualquer lugar perto da coroa ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que a competição se aproxima de seu final e as ameaças de fora das paredes do palácio se tornam mais perigosas, América percebe o quanto ela tem a perder e quanto ela terá que lutar para o futuro que ela quer.
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Com lágrimas nos olhos lhes digo que A Seleção chegou ao fim, chegou o momento em que Maxon vai anunciar a sua escolhida e mudar para sempre a vida de uma das quatro últimas candidatas, America terá sua última chance para decidir quem é o dono do seu coração, mas acima de qualquer coisa ambos terão que unir forças para lutar contra um mal terrível, o reino depende deles.

Resenha: O Feitiço Azul, de Richelle Mead (@EditoraSeguinte)




Título: O Feitiço Azul
Autor(a): Richelle Mead
Editora: Seguinte
Páginas: 416
Ano: 2014
Skoob | GoodReads
Compre: Buscapé | Submarino
Antes de ser enviada par ama missão ultrassecreta na Califórnia, a alquimista Sydney Sage jamais acreditaria se dissessem que ela acabaria amiga dos vampiros com quem seria abrigada a conviver. Afinal, desde pequena ela tinha aprendido que aquelas criaturas eram malignas e antinaturais. Se os laços de amizade que surgiram já eram inesperados, uma surpresa ainda maior foram os sentimentos proibidos que ela passou a nutrir por um vampiro em particular: Adrian Ivashkov. Porém, há tabus e preconceitos milenares arraigados entre as duas raças, mas Adrian é persistente e é o único em quem a garota confia para enfrentar as ameaças que se aproximam.
favorito

O que falar sobre esse livro que eu esperava que fosse o último da trilogia, mas antes do lançamento descobri que ele é o terceiro de seis e mesmo sem te-lo em mãos o odiava e após a leitura do segundo capítulo já estava enlouquecida esperando a continuação? Dentre todas as leituras que já fiz esse ano O Feitiço Azul foi a mais surpreendente sem sombra de dúvidas.

Resenha: O segredo de Ella e Micha, de Jessica Sorensen (@geracaobooks)




Título: O segredo de Ella e Micha
Autor(a): Jessica Sorensen
Série: O segredo
Editora: Geração Editorial
Páginas: 264
Ano: 2014
Compre: Buscapé | Submarino
Ella e Micha se amam desde a infância, mas um trágico acontecimento muda o rumo de suas vidas, afastando-os. Ella adota uma nova personalidade para fugir de seus conflitos, mas em nada vai conseguir enganar os outros e si mesma por muito tempo, fingindo ser quem não é, e negando o amor que sente por seu amigo.
O passado de Ella contém Micha, mas Micha não quer só o passado de Ella, e sim, seu futuro.

Recebi esse livro de parceria com a Geração Editorial, pedi porque fiquei sabendo que a autora do livro viria autografar ele na Bienal do livro de Brasília que começou dia 11 e foi até o dia 21/04 e com ela vindo achei que seria uma oportunidade bacana para conhecer o trabalho dela. Infelizmente ela não veio por algum motivo que a editora não especificou, mas ok acontece.

Ella e Micha são completamente apaixonados um pelo outro, mas acontecimentos passados impedem Ella de se entregar a esse amor, durante o livro fica intercalando momentos do passado e do presente e através disso conhecemos o passado que tanto a assombra e a impede de ser feliz.

Evento: Eu me chamo Antônio em Brasília



Oi pessoal, tudo bom? Estou aqui hoje para contar um pouquinho do que aconteceu na sessão de autógrafos do livro Eu me chamo Antônio que aconteceu em Brasília no dia 13 desse mês :D . 

Quando soube que o evento iria acontecer em Brasília começaram os surtos pelo twitter hahahaha, quem me segue viu a piração hahaha. Em Brasília vira e mexe acontecem eventos literários, mas em geral eles ocorrem em locais um tanto distante de onde moro e geralmente eu também não sei como chegar lá, então, quando soube que esse evento seria próximo a minha casa o surto foi maior ainda. 


Senhas

Resenha: A viagem de Íris, de Gill Lewis (@galerarecord)





Título: A viagem de Íris
Autor(a): Gill Lewis
Editora: Galera Junior
Páginas: 208
Ano: 2014
Skoob
Compre: Buscapé 

Quando Callum conhece Iona, nem imaginam que, aos poucos, se tornariam grandes e leais amigos. Os dois se unem pela promessa de manter em segredo a descoberta fantástica do que habita discretamente na fazenda da família de Callum, na Escócia. Mas conseguirão protegê-la? Para honrar o que prometeram, dão início a uma bela e marcante história de amizade. Digna dos mais puros sentimentos. Capaz de mudar vidas para sempre e tocar o coração de dezenas de pessoas em um alcance inimaginável. Tudo por Íris.
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Bom, quando a Fer me pediu para escolher algo da Galera eu não vi nenhum título que me chamou de cara a atenção, então fui e reli todas as sinopses de todos os títulos e acabei optando por ‘A viagem de Íris’ por não ter encontrado nenhuma resenha publicada e a página dele no Skoob ser pouco movimentada, inicialmente pensei ‘oh pobre livro, por que eis tão ignorado?!’, ao finalizar a leitura pensei ‘oh adorado livro, por que eis tão ignorado?!’. 

Callum é filho do dono de uma grande fazenda na Escócia, durante anos ele e Iona não mantiveram contato, até que em uma tarde ele flagra Iona ‘furtando’ peixes de um rio que fica dentro da fazenda. Em uma tentativa desesperada de ganhar liberdade para pescar Iona promete a Callum que irá lhe contar um grande segredo sobre a fazenda caso ela possa continuar indo lá, ele aceita a proposta e a partir disso uma relação de amor incondicional começa entre ele, Iona e o segredo. Mas o destino é cruel e muitas vezes causa grandes estragos, e a amizade de Iona e Callum se torna uma vítima desse vilão. Entretanto, o segredo continua vivo e precisará da ajuda de Callum para se manter e isso mostrará a todos que amizade é algo que pode nascer até mesmo das relações mais improváveis. 

Resenha: Contos da Seleção: O Príncipe & O Guarda, de Kiera Cass (@editoraseguinte)



Título: Contos da Seleção: O Príncipe & O Guarda
Autor(a): Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 257
Ano: 2014
Skoob | GoodReads
Compre: Buscapé | Submarino
O conto O príncipe não só proporciona um vislumbre das reflexões de Maxon nos dias que antecedem A Seleção, como também revela mais um pouco sobre a família real e as dinâmicas internas do palácio. Descobrimos como era a vida do príncipe antes da competição, suas expectativas e inseguranças, assim como suas primeiras impressões quando as trinta e cinco garotas chegam. Para America, a vida antes da Seleção também era muito diferente. A começar pelo fato de que ela estava completamente apaixonada por um garoto chamado Aspen Leger. Criado como um Seis, ele nunca imaginou que acabaria se tornando membro da guarda do palácio. Em O guarda, acompanhamos Aspen a partir do momento que o grupo de trinta e cinco garotas da Seleção é reduzido para a Elite, conhecemos sua rotina dentro das paredes da casa da família real — e as verdades sobre esse mundo que America nunca chegou a conhecer.

Vou separar essa resenha por contos para melhor compreensão, espero que fique 'entendível' -q.

O príncipe

Esse conto foi lançado entre o lançamento de A Seleção e A Elite, até pouco tempo atrás ele era considerado o livro '1,5' da série, ele não apresenta grande diferença em comparação com A Seleção, na primeira vez que li já tinha percebido isso, mas li novamente e percebi o quão irritante é essa semelhança, ele apresenta de fato uma a visão do Maxon sobre os acontecimentos e tem alguns detalhes a mais...mas é tudo focado na relação Maxon - America. É uma obra limitada e que não trás grandes revelações. A leitura, infelizmente, pode ser facilmente ignorada. 

Resenha: Tabuleiro dos deuses, de Richelle Mead




Título: Tabuleiro dos deuses
Autor(a): Richelle Mead
Editora: Paralela
Páginas: 424
Ano: 2014
Compre: Buscapé | Submarino
Justin March, um investigador de religiões charmoso e traiçoeiro, volta para a República da América do Norte Unida (RANU), após um misterioso exílio. Sua missão é encontrar os responsáveis por uma série de assassinatos relacionados com seitas clandestinas. Sua guarda-costas, Mae Koskinen, é linda, mas fatal. Membro da tropa de elite do exército, ela irá acompanhar e proteger Justin nessa caçada. Aos poucos, os dois descobrem que humanos são meras peças no tabuleiro de poderes inimagináveis.


Tudo o que se passa na minha cabeça é a pergunta ‘como é possível isso ter sido escrito pela mesma pessoa que escreveu Bloodlines?’ e a partir dessa dúvida começo meu breve relato sobre minha experiência não tão agradável assim com Tabuleiro dos deuses.

O mundo foi devastado por um vírus chamado Mefistófeles, metade da população mundial morreu, em meio ao caos a RANU conseguiu desenvolver uma vacina capaz de combater o vírus, o livro começa 50 anos após a descoberta da vacina. A RANU é formada pelo Canadá e partes pertencentes aos EUA, e é uma das partes mais desenvolvidas do mundo já que possui tecnologia de ponta, alta qualidade de vida para seus membros e diversas regras para manter o seu mundo em paz. Uma dessas regras é a limitação de cultos religiosos, eles são permitidos mas são constantemente supervisionados pelo governo e grande parte da população não acredita na existência de seres divinos.